14 de set. de 2015
Edílson nega fraude em loterias: 'Não ia deixar meu nome ser jogado no lixo'
O ex-jogador da seleção brasileira Edílson da Silva Ferreira, conhecido como Edílson Capetinha, negou envolvimento no esquema de fraudes no pagamento de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal (CEF). Ele prestou depoimento, por mais de três horas, na sede da Polícia Federal, em Goiânia, na tarde desta segunda-feira (14). Ao sair, disse que está "com a consciência tranquila" e que acredita que os fatos serão esclarecidos.
"Fiz o meu papel de cidadão. Fiz questão de vir a Goiânia para ajudar na investigação. Não ia deixar meu nome ser jogado no lixo", afirmou o ex-jogador.
Ele lamentou ter o nome ligado a uma denúncia de fraude. "Não tenho participação nenhuma nesse esquema. Às vezes, a gente sofre por ser uma pessoa famosa. Muita gente liga oferecendo coisas. Isso tudo é prejudicial a mim e à minha carreira. Tenho serviços prestados ao Brasil. Estou com a consciência tranquila", ressaltou.
Conforme a assessoria de imprensa da PF, Edílson chegou às 14h10 à sede do órgão, no Setor Bela Vista, em Goiânia, acompanhado de dois advogados e um assessor. Ele foi ouvido pelo delegado Ricardo Mendes de Mesquita e Duarte.
A assessoria da PF informou a nossa Equipe que foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência do ex-jogador, na Bahia. Mesmo assim, o próprio Edílson se dispôs a prestar esclarecimentos na sede da Polícia Federal em Goiás, estado que comanda a investigação.
A imprensa não foi autorizada a acompanhar o depoimento.
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